Educação para a sustentabilidade

Paulo Freire analisou a pedagogia tradicional e a chamou de educação bancária, pois nela os professores se consideram donos da verdade e acham que sua missão é depositar seu conhecimento todo poderoso nas cabeças vazias de seus alunos. Estes, por sua vez, não devem opinar, discordar e nem debater. Esta é uma educação que serve à ideologia do progresso, pois prioriza a repetição e a competição em detrimento da colaboração, do debate de assuntos como felicidade, ética, criatividade e o cuidado com o próximo e com a terra. O trecho que segue é de Leonardo Boff, importante referência intelectual para a sustentabilidade.

Entre tantas excelências, próprias do conceito do cuidado, quero enfatizar duas que interessam à nova educação: a integração do globo terrestre em nosso imaginário cotidiano e o encantamento pelo mistério da existência. Quando contemplamos o planeta Terra a partir do espaço exterior, surge em nós um sentimento de reverência diante de nossa única Casa Comum. Somos insepráveis da Terra, formamos um todo com ela. Sentimos que devemos amá-la e cuidá-la para que nos possa oferecer tudo o que precisamos para continuar a viver.

Leia aqui o artigo completo.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s